OPESCADOR

Equipamentos

 

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Molinetes                                                                  

1-Ultraleve  2-Leve  3-Média  4-Média-pesada  5-Ultrapesada

Pode variar em tamanho, peso e tipo de material empregado nas estruturas internas: carretéis de titânio, com porcelana; roletes de madeira,rolamentos marinizados, engrenagens de latão.

Carretilhas                                                                                          

1-Ultraleve   2-Leve     3-Média     4-Média-pesada     5-Pesada

Pode variar em tamanho e formato e a escolha de modelo deve ser proporcional à vara usada.

Carretilha Oceânica

Pode variar em tamanho e formato e a escolha  de modelo deve ser proporcional à vara usada.

Dicas

A média de lançamentos em uma pesca de arremesso é de 700 vezes por pescaria, por isso, sempre dê preferência aos molinetes ou  carretilhas mais leves.

 Linhas

Podem ser de dois tipos: multifilamento e monofilamento. A diferença é que a primeira é mais macia, tem elasticidade e não torce facilmente – indicada  para pesca de corrico. As linhas de multifilamento têm menor espessura e elasticidade, sendo mais resistentes – indicadas para pesca com iscas de fundo.

Dicas

As varas importadas geralmente vêm com o seu tamanho gravado em pés. Quando não virem especificadas a libragem das linhas e o peso da  isca, procure as tabelas de conversão ou consulte um vendedor especializado, que informe a medida da vara em pés.

Vara para molinete ação pesada acima de 30 libras

Vara para molinete média-pesada de 12 a 30 libras

Vara para molinete média de 8 a 20 libras

Vara para molinete leve de 4 a 12 libras

Vara para molinete ultraleve de 1 a 4 libras

Vara para carretilha ultraleve de 1 a 4 libras

Vara de carretilha leve de 4 a 12 libras

Vara para carretilha média  de 8 a 20 libras

Vara de carretilha média-pesada de 12 a 30 libras

Vara para carretilha pesada  acima de 30 libras

Há  a disposição no mercado uma imensa opção em modelos, marcas e materiais de vara. Entre as principais divisões estão as varas maciças, tubulares e mistas; fabricadas em fibra de vidro, grafite, carbono e carbono com liga metálica. Dê preferência aos cabos anatômicos de vários tamanhos e formatos, que tanto podem ser em cortiça, madeira ou espuma.

Empates

Com fio de ação são indicados para peixes com dentes afiados .O tipo chuveirinho é utilizado em pesque-pagues.

Engates ou Snaps                                                                       

 Os  de  presilhas  simples  facilitam  a  troca de iscas. Quanto mais leves, melhores. Os de presilhas com girador servem  para distorcer a linha. São usados com iscas spiners e torpedos.  

Dicas

A escolha da presilha deve obedecer a uma regra básica para o bom desempenho da isca artificial: deve-se usar a menor e a mais resistente possível.

 Anzóis                                                                                           

Para minhoca artificial, isca viva e com mecanismo para não enroscar a linha.

Garatéia

Seu uso só é permitido com iscas artificiais. Em outros casos, a pesca com garatéia é proibida por lei.

Dicas

É possível montar empate com fios de aço e presilhas avulsas encontradas no mercado. O diâmetro da luva deve comportar 3 passadas do fio.

Alicates                                                                                         

1 -Alicate de bico retira os anzóis da boca do peixe

2- Alicate para     trocar argola substitui as garatéias das iscas.

3- Alicate de corte corta as garatéias  que podem ter ficado agarradas no passaguá, linha, roupa, pele etc.

4- Alicate para apertar luva ajusta as pontas de aço da luva simples  

5- Alicate com balança segura o peixe e pesa por uma balança acoplada ao instrumento

6- Alicate para apertar luva ajusta as pontas de aço de luva dupla

7- Alicate pega peixe  imobiliza o peixe pela boca

Dicas

Os modelos essenciais para se ter no estojo são: alicate pega peixe, de bico e corte.                    

Iscas  

 

São divididas em seis grupos, de acordo com  sua capacidade de flutuação.

Meia Água                                                                                  

Estas iscas têm barbelas de tamanhos variáveis para poderem se manter em profundidades de 0 a 6 metros. O Movimento que executam abaixo da linha da água é que chama a atenção dos peixes.

                                                                     Fundo  

                                                         

                                                                   (jigs, grubs)

Estas iscas têm estrutura para chegar em grandes profundidades, mas podem ser trabalhadas a meia água ou superfície, dependendo da forma de recolhimento. 

                                                Superfície

                                                        

                                                           (sticks, poppers, hélices)

Não têm barbelas para flutuarem na superfície da água. Atraem o peixe pelo movimento e pelo barulho.

                                                                Metálicas  

                                                        

                                                          (colheres, spinnnerbaits)

A estrutura destas iscas atrai os peixes não só pelo movimento vibratório, mas também pelos reflexos produzido pelo metal.

                                                   Fly

                                                       

Imitam moscas, lavas ou pequenos peixes. São confeccionadas com material natural ou sintético para chamar atenção dos peixes.

                                            Plásticas

                                                       

Em formatos de minhocas, lagartixa, salamandra ou pequenos peixes, também atraem pelo aroma ou paladar que possuem.

Dicas

Para águas claras, use iscas com cores neutras e rajadas. Para pesca em águas escuras, selecione as iscas com cores fortes e sem brilho. Para pesca em rios de mangue, prefira as iscas com cores cítricas ou brancas.                                               

                                                                     Chumbos

                                                                 

Chumbos para pesca de praia, pesca de água doce e para utilização com minhocas artificiais.

                                                            Nós  

                                                     

1-      Passe a linha pelo anzol ou snap, deixando 15 cm de folga e colocando as duas linhas lado a lado. volte com uma ponta, formando uma argola, como mostra a figura.

2-   Passe a ponta na linha dupla seis vezes e puxe pela linha principal, fazendo um nó.

3-      Ajuste o nó de maneira que fique firme, bem apertado e encostado no snap ou anzol.

4-     A perte a ponta.

Pesca Responsável

Ser um pescador responsável é acima de tudo respeitar as orientações vigentes em cada lugar em que se vai pescar. Mais do que estar atento às cotas oficiais para captura de peixes, é ter bom senso e consciência ecológica de voltar para casa com mais do que se vai consumir, apenas por vaidade de pescador.

Ser um pescador responsável é tomar consciência que um país tão grande quanto o Brasil. as cotas fixas para captura de peixes não funcionam. Alguns estados, como mato Grosso, Mato Grosso do sul, Pará, Goiás, Tocantins e Minas Gerais já deram o primeiro passo nesse sentido e configuram sua própria legislação. Ser um pescador responsável é aceitar as determinações estaduais, tirando sua licença para pesca como forma de contribuir para a fiscalização naquela região.

Você sabia que em países onde a pesca amadora já está bem desenvolvida, como os Estados Unidos, a legislação para o setor chega a ser anual? Pesquisas biológicas mostram o comportamento de desova dos peixes a cada ciclo e indicam as cotas de pesca de cada espécie por temporada. Assim é a pesca responsável.

No Brasil, a portaria oficial que  regulamenta a atividade permite a pesca na período de 1º de fevereiro a 31 de outubro, embora a partir do mês de agosto os peixes estejam ovados, esperando a cheia dos rios para procriar. Portanto será o julgamento do próprio pescador o que vai valer para soltar ou não o peixe ovado. Assim como será o pescador que vai decidir se vale a pena matar aquele dourado de 12 kg que foi fisgado por ele mas que, com certeza, sobreviveu a outros pescadores por sua incomparável força e vigor físicos e que, se sobrevivesse, poderia ainda dar emoções a muitos outros pescadores.

O pescador é quem decide o que vai ocorrer. Proteger o peixe é um ato de pesca responsável. Pescar e soltar é um ato de pesca responsável. Tirar a licença é um ato de pesca responsável. Porém todas essas atitudes são apenas o reflexos do estado de espírito do homem, do amador, do esportista.   

LEMBRE-SE

1-      É proibido capturar, transportar e comercializar peixes abaixo do tamanho mínimo.

2-      O tamanho mínimo é considerado a medida entre a ponta do focinho e o final de nadadeira caudal.

3-      Os tamanhos mínimos não se aplicam a peixes de piscicultura. Nesse caso, é necessário comprovar a origem do peixe. O limite de captura e transporte por pescador amador é de 30 kg mais um exemplar de qualquer peso, ou limite estabelecido por legislação estadual, quando inferior a 30 kg.

ÁREAS DE PESCA

1Região Sul, São Paulo, Espírito Santo e Rio de Janeiro (Portaria nº 25/93)

 2-  Bacia Amazônica (Portaria nº 08/96).

 3-  Bacia do Rio Paraná (Portaria nº 21/93).

 4-  Bacia do Rio São Francisco (Portaria nº 92/95).

5-  Mato Grosso e Mato Grosso do Sul (Portaria nº 22/93).

 6-  Bacias do rios Araguaia/Tocantins (Portaria nº 107/98).

 7-  Trecho entre as cabeceiras do Rio Araguaia em Goiás até a altura do município de Antônio Rosa, em Mato grosso e o Parque Nacional do Araguaia em Tocantins (Portaria nº 106/98).

 8-  Estado de Mato Grosso do Sul (Decreto n º 9.68/2000).

  9-  Estado de Mato Grosso (Resolução Consema nº 001/2000).

10-    Site da Agência Goiana de Meio Ambiete: www.agenciaambiental.go.gov.br

11-    Estado de Minas Gerais (Decreto nº 38.744/97).

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